Fique por dentro de 4 fatores que ajudam no desempenho acadêmico

Fique por dentro de 4 fatores que ajudam no desempenho acadêmico

novembro 27, 2018 0 Por Efígie Projetos Educacionais, Viagens e Turismo Ltda

Há muito se sabe que fatores externos ao aprendizado interferem na capacidade de reter informações e construir conhecimento. O desempenho acadêmico dos estudantes pode sofrer alterações dependendo de alguns elementos, como espaço adequado, organização de materiais e capacidade de concentração.

Da mesma forma que barulhos intermitentes, local de estudo desorganizado e até mesmo cansaço são capazes de prejudicar o resultado nas provas, existem alguns aspectos que, se adicionados ao cotidiano do estudante, podem melhorar o desempenho acadêmico.

Veja, a seguir, quatro elementos para incluir na rotina do aluno e impulsionar o desenvolvimento estudantil. Siga conosco!

1. Prática de exercícios físicos

Além de ser imprescindível à saúde, praticar atividades físicas ajuda a melhorar o aproveitamento em sala de aula e a aprender mais. Quem é sedentário apresenta raciocínio mais lento, entende menos o que o professor fala e o que lê e ainda pode desenvolver déficit de memória antes do que quem se exercita.

Outro benefício garantido pelos alunos que praticam algum esporte ou fazem musculação e ginástica é uma maior sensação de bem-estar ao longo do dia. A endorfina, hormônio liberado quando nos exercitamos, promove essa sensação de felicidade, provocando melhorias em todas as áreas da vida, inclusive a cognitiva.

2. Ambiente apropriado aos estudos

Nunca é demais lembrar que o espaço externo reflete e é refletido pelo nosso espaço interno. Se seu filho tem muita dificuldade em resolver equações, por exemplo, procure perceber como está a mesa de estudo dele. A “bagunça” do ambiente talvez tenha a ver com a capacidade de organização e desenvolvimento requerida pelo raciocínio lógico.

Logo, oferecer um lugar reservado para o momento de estudo — limpo, organizado, iluminado, ventilado e livre de excesso de ruídos — figura como um grande passo para que o aluno alcance mais clareza na execução das tarefas e melhore o desempenho.

3. Métodos eficazes de aprendizado

Cada pessoa tem mais facilidade ou dificuldade em aprender, dependendo do método utilizado. Por isso, a técnica mais eficaz para alavancar a capacidade de aprendizado é encontrada a partir do momento em que se passa a prestar atenção às atividades e aos resultados obtidos com cada estilo.

Ler livros e revistas, fazer esquemas e resumos, anotar o que o professor fala em sala de aula e pesquisar e se aprofundar nos assuntos são métodos que podem ser testados até que o estudante sinta que está aprendendo — e não só memorizando — os conteúdos.

Portanto, desafie seu filho a descobrir de que modo ele aprende mais: resolvendo exercícios, questionários, lendo etc. Lembre-se de que o tempo de descanso entre uma tarefa e outra também interfere no desempenho acadêmico. Alias, é sobre isso que trataremos no próximo item.

4. Organização e gestão de tempo

Fazer um planejamento das atividades semanais — ou mensais, dependendo da idade do aluno — ajuda a enxergar os eventos que estão por vir e a priorizar tarefas. Provas, entrega de trabalhos, leituras, aulas especializadas (extraclasse) e até o lazer: tudo pode ser programado.

Mas gerir o tempo não significa colocar o jovem em uma grade inflexível de horários. Isso pode gerar efeitos contrários, como ansiedade ou sensação de desânimo por achar que não se conseguirá cumprir todo o planejamento.

Basta iniciar com organizações básicas de atividades de estudo simples e provas, por exemplo, e, aos poucos, ir acrescentando as demais. Mais adiante, você perceberá que a otimização do tempo se torna um hábito na vida do estudante e produz excelentes resultados.

Investir no aprendizado dos filhos e melhorar o desempenho acadêmico deles não é uma tarefa impossível, nem mesmo para alunos mais inquietos e dispersos. Planejar, preparar e organizar o tempo e o local de estudo são ações que podem ter consequências positivas para o aprendizado da criança e do adolescente.

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